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Prefeitura mobiliza instituições de ensino para demandas do PCI

Na primeira fase, o Parque Canoas de Inovação vai ofertar mais de 500 vagas de emprego. Agora, a prioridade é qualificar os canoenses
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Foto: Vinicius Thormann

Com um projeto inovador para Canoas e para o Rio Grande do Sul, o Parque Canoas de Inovação (PCI) está na reta final de construção. A inauguração da primeira fase do cluster vai acontecer ainda em 2018, com o início das operações de duas empresas: Exatron Indústria Telecomunicações e Novus Produtos Tecnologia. No início do próximo ano, a TCS Indústria de Componentes de Comunicação e Sistemas de Segurança inicia as operações. Ainda em 2019, mais duas empresas vão se instalar no PCI: Victum Eletro Eletrônica e Digistar Telecomunicações. Voltadas para o segmento de eletroeletrônicos, tecnologia da informação, automação e controle para desenvolver produtos e serviços de inovação, as empresas devem gerar mais de 500 oportunidades de emprego.

Pela especificidade das empresas, a preocupação do Executivo Municipal, neste momento, é com a qualificação da mão de obra dos canoenses. Para tal, o governo vem mobilizando as instituições de ensino do município para que desenvolvam cursos de qualificação voltados ao segmento.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE) promoveu uma reunião com representantes da Universidade La Salle, Ulbratec, Colégio Cristo Redentor, Serviço Social da Indústria (Sesi), Sindicato das Indústrias Metal Mecânicas de Canoas (Simecan), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Câmara de Indústria e Comércio e Serviço de Canoas (Cics) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). O objetivo do encontro foi detalhar as necessidades de mão obra do PCI e debater a questão de qualificação de forma conjunta. Os representantes se mostraram favoráveis ao projeto e à iniciativa da Prefeitura.

De acordo com o secretário da SMDE, Rodrigo Schnitzer, o esforço do governo é de sensibilizar as instituições de ensino para que atendam as necessidades de qualificação da mão de obra. “Dentro da nossa política de desenvolvimento econômico, geração de renda e emprego, é importante salientar que, além de atrair investimentos, é fundamental que a mão de obra seja do município para que a riqueza gerada permaneça em Canoas. Portanto, visto o perfil e o segmento das empresas, a nossa preocupação agora é com a qualificação desses trabalhadores”, destaca.

Schnitzer ainda ressalta que até o final de 2018 será realizado o chamamento público para a segunda fase do PCI, que deve atrair entre cinco a sete empresas, seguindo o padrão da primeira etapa, o que vai ampliar o rol de empresas participantes do cluster e gerar ainda mais demanda por mão de obra qualificada.

O representante das cinco empresas que se instalarão no PCI na primeira fase, Gleverton De Munno, esclarece que as oportunidades de emprego são em diferentes áreas, tais como: fábrica, comercial, marketing, compras, assistência técnica, vendas, escritório, administrativo, entre outros. “Entretanto, essas funções não serão desempenhadas da mesma forma que em empresas tradicionais, pois estão voltadas para a pesquisa e desenvolvimento (P&D). Então, neste momento, é importante que a tríplice hélice (governo, empresas e instituições de ensino) trabalhe em conjunto no processo de consolidação do cluster, proporcionando sinergia em torno do processo de instalação do Parque e criando condições para o desenvolvimento de toda a sociedade canoense”, completa.

Um projeto inovador para Canoas e para o Rio Grande do Sul

Planejado para apoiar o desenvolvimento sustentável e socialmente responsável, o Parque Canoas de Inovação será um cluster de empresas voltadas para o segmento de tecnologia, inovação, pesquisa e desenvolvimento. O Parque aliará a geração de bens e serviços com conhecimento e pesquisa para atender efetivamente as necessidades do mercado.

Assessoria de Comunicação