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Inclusão

15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Síndrome de Angelman

Data reforça a importância da conscientização, do diagnóstico precoce e da inclusão social
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Foto: Julia Krauspenhar/PMC

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O Dia Internacional da Síndrome de Angelman, celebrado em 15 de fevereiro, reforça a importância da conscientização sobre a condição neurogenética rara que afeta o desenvolvimento neurológico e exige informação qualificada, diagnóstico precoce e inclusão social.

A secretária municipal da Mulher, Cidadania e Inclusão, Maria Beatris Conter Arruda, ressalta a relevância da data. “Falar sobre a Síndrome de Angelman é promover conhecimento e empatia. A informação é fundamental para garantir diagnóstico correto, acesso ao atendimento adequado e respeito às pessoas com a síndrome e às suas famílias. Nosso compromisso é fortalecer ações que ampliem a inclusão e assegurem direitos”, afirmou.

A Síndrome de Angelman (SA) é causada por alterações no gene UBE3A, localizado no cromossomo 15 de origem materna. Essas alterações comprometem a produção de uma proteína essencial para o funcionamento adequado do cérebro, impactando significativamente o neurodesenvolvimento. Entre as características mais comuns estão deficiência intelectual, crises epilépticas, distúrbios do sono, alterações motoras, dificuldades de equilíbrio, distúrbios gastrointestinais e quadros de ansiedade.