No mês da Consciência Negra, Canoas promove oficina de teatro com referências de matriz africana
Esse navegador ou sistema operacional não suporta síntese de áudio.
Compartilhe
Em novembro, mês da Consciência Negra, a Antiga Estação do Trem (Avenida Victor Barreto, 2301) vai receber a Oficina de Teatro e Dança Negro Olhar. Em um curso gratuito de 20 horas, os alunos terão cinco dias de encontro para entender como as referências de matriz africana interferem e influenciam na construção de uma atuação artística. A partir da filosofia Bantu, responsável por grande parte das referências de matriz africana no Brasil, a atriz e coreógrafa Tatiana Tiburcio vai preparar o artista com base em conceitos da ancestralidade africana.
As inscrições podem ser feitas até o dia 15 do mesmo mês, neste link. Para participar do curso, é preciso ter idade mínima de 16 anos. As vagas são limitadas a 25 pessoas. As aulas serão ministradas entre os dias 17 e 21 de novembro, das 8h30min às 12h30min. A oficina é um projeto do Sesc Dramaturgias, com apoio da Secretaria da Cultura e do Turismo.
“Novembro é o mês alusivo à reflexão sobre a tomada de consciência negra. Trabalhamos esse aspecto da cultura afro o ano inteiro, por meio de diversas atividades promovidas nos nossos equipamentos culturais. Mas essa oficina tem uma representatividade especial por trazer nomes de expressão dessa arte tão importante para a formação cultural do país”, afirma o secretário da Cultura e do Turismo, Mauri Grando.
A oficina será eclética. No campo da expressão corporal, o trabalho será desenvolvido a partir das danças dos orixás e da dança afro. Na seara musical, as aulas pretendem desenvolver um diálogo entre corpo, musicalidade e interpretação, características das narrativas dos Griots africanos.